O que me move? O que me faz levantar todas as manhãs, acreditando que ganhei mais uma oportunidade de mudar o mundo?
Esta é a minha credencial mais significativa: sou pai do Artur, 16 anos, e do Oliver, 11 anos. Quando tinha 6 anos, o Artur chegou em casa, vindo da casa da avó, e eu vi dois textos que ele havia escrito. O meu coração se encheu de um misto de orgulho e felicidade, e os meus olhos se encheram de lágrimas. Vou compartilhar com você o que ele escreveu (com autorização dele, claro). É algo extremamente pessoal e cheio de significado, que vale a compartilhar.

“Eu quero melhorar o mundo, e vocês podem me ajudar, por favor? Porque a vida importa muito pra mim e eu quero deixar a vida melhor. Por favor! Porque a vida depende de nós.”

“Conhecem a música ‘Depende de Nós’? É a minha música predileta. Sabem por quê? Porque ela é sobre ajudar a vida, e eu quero muito melhorar a vida.”
Pra que você possa entender por que a minha reação foi tão intensa, veja qual foi a minha definição de propósito pessoal, que eu havia escrito poucas semanas antes:
“Ajudar as pessoas a terem condições de viver plenamente, com o máximo aproveitamento de seu potencial, dependendo apenas de sua própria decisão para serem felizes.”
Eu creio que os nossos filhos são um reflexo do que nós, seus pais, somos. Então, não há nada que eu possa falar a meu respeito que diga mais sobre mim do que essa história do Artur.
“Eu também quero muito melhorar a vida, meu filho. Vamos nos ajudar a fazer isso? Eu sei que você já me ajudou, muito mais do que você pode imaginar.”
A seguinte frase apresenta a minha filosofia de vida:
São os momentos de felicidade que fazem a vida valer a pena.
Acredito muito nisso. Veja que eu falo em momentos de felicidade, porque ninguém é feliz ou infeliz o tempo todo. Mas os momentos felizes precisam pesar mais, precisam ter um impacto maior sobre quem somos e como vivemos a vida.
Por isso é que eu sou obcecado em ajudar as pessoas a transformarem seu potencial em potência, para que elas possam ter muitos momentos felizes. Evidentemente, se elas viverão dessa forma, ou não, depende das decisões que cada um precisa tomar. Mas eu preciso que todos saibam que têm, dentro de si, tudo o que precisam para viver uma vida que vale a pena.
Estas são algumas das minhas principais crenças, que orientam muitas das decisões que eu tomo: